Mulheres que estão acostumados a comandar a casa, ter relações sexuais com menos frequência do que as mulheres, em pé de igualdade com o seu parceiro ou sua posição subordinada. A afirmação foi feita por especialistas da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg (EUA) depois que realizou um estudo sobre a relação entre a intensidade da vida sexual das mulheres africanas casadas e seu papel na família e independência.
Os participantes no experimento a partir dos seis países do continente negro (Gana, Malawi, Mali, Ruanda, Uganda e Zimbabwe) apontou para dois parâmetros principais: o momento da sua última relação sexual e aquele que em seu chefe. Além disso, analisaram os fatores sociais, demográficos e psicológicos: idade, riqueza, local de residência do marido, a duração da relação conjugal (descobriu-se, aliás, que a maioria das mulheres têm a última relação sexual havia ocorrido no último mês). O estudo baseia-se no testemunho das mulheres, mostrou que o hábito das mulheres para tomar decisões independentes é inversamente proporcional à intensidade da sua
vida sexual
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Sexo
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