À disposição do jornal britânico The Guardian obteve uma cópia de um documento preparado para o atual presidente do Egito. O chefe de Estado pediu a seus assessores para verificar as informações sobre os crimes cometidos contra a população local durante a revolução em 2011. Os resultados desta investigação foram simplesmente monstruoso.

 Os insurgentes no Egito operar sem anestesia e analgesia


À disposição do jornal britânico The Guardian obteve uma cópia de um documento preparado para o atual presidente do Egito. O chefe de Estado pediu a seus assessores para verificar as informações sobre os crimes cometidos pela liderança militar durante a Revolução, em 2011. Os resultados desta investigação surgiu monstruoso.

O jornal relata que no prazo de 18 dias da ditadura militar no Egito desapareceram mais de 1.000 pessoas. Os opositores do regime político estabelecido tinha pago caro por suas crenças. Os oposicionistas ficaram feridas durante os inúmeras manifestações, os médicos cortar "para viver". Os médicos não dão a seus pacientes sem anestesia, sem anestesia, a cirurgia foi realizada com instrumentos não esterilizados e espancado depois de pacientes de cirurgia.

Todas essas atrocidades foram realizados em um hospital militar no Cairo. O diretor médico da instituição médica sabia o que estava acontecendo dentro das paredes de hospitais. De acordo com relatos da mídia, ele deu esta ordem a seus subordinados.

Afetados pela mão sádicos médicos   mantidos no porão do hospital. Monstros Quantas pessoas foram mortas, não declarados.
O relatório exorta o presidente a efectuar controlos em todos os soldados, que chegaram ao poder nesses dias terríveis.

Para referência:
O último chefe de Estado Hosni Mubarak renunciou em 11 de Fevereiro de 2012. Ele mudou de posição depois de 18 dias de agitação popular, motins e causou o colapso da economia. Os manifestantes durante confrontos com as autoridades mataram 800 pessoas.
Mubarak foi condenado à prisão perpétua, eo novo presidente egípcio Mohamed Morsi tornou-se eleito. (Leia mais)



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